Com o colonialismo africano, muitos das famílias foram obrigadas a trabalhar arduamente para o ganho material e financeiro dos europeus. Debaixo do Sol quente, muitos se foram, trabalhando para tornar a esperança uma estátua que sempre estaria de pé... Mas, até a mais benigna, reluzente e sólida das estátuas possuem suas rachaduras.
Os europeus submeteram os africanos a trabalhos árduos e em condições precárias. Com o passar dos anos, o "karma" africano resolveu acabar ainda mais com as expectativas de vida desta raça, trazendo consigo a famosa - por sua rápida expansão continental- Aids. Sem as influências de médicos para ensiná-los a se precaverem e se guardarem sexualmente, os africanos acabaram por contrair o HIV e, além disso, infectarem seus familiares, conhecidos e amados.
Hoje em dia, os negros ainda são vistos por alguns como uma raça inferior, porém, para outros, é vista como uma raça mais que digna de nobreza pelas suas resistências às mãos moribundas e fétidas dos brancos. Uma raça de guerreiros e guerreiras, reis e rainhas; filhos(as) do Sol e da terra que foram obrigados(as) a sacrificarem o próprio sangue pelo bem estar de pessoas com pensamentos imorais e injustos. Erguidos(as) pelos deuses(as) e resistentes a todos os tipos de precariedades; sustentados(as) por pilares de rochas inquebráveis e inabaláveis; belos(as) e fortes como leões.
Agora possuem um lugar no mundo: Professores, amigos, familiares, comerciantes, artistas, pessoas comuns, mas com sangue real e legítimo. Cresçamos juntos agora, irmãos!

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